INFORMAÇÃO

domingo, 11 de março de 2012

Compromisso do Acólito 2012

No próximo Domingo dia 18 de Março de 2012 pelas 11h na Igreja Nova da Trofa, realizar-se-á o Compromisso do Acólito. Para esta celebração foram convidados todos os grupos de acólitos da Vigararia TROFA/VILA do CONDE, tendo sido entregue uma carta a todos os párocos, para assim fazerem chegar a informação aos responsáveis dos grupos.

Programa:

10:00h - Concentração dos grupos na Cripta da Igreja Nova da Trofa para paramentação;
10:50h - Saída da Procissão;
11:00h - Início da Celebração;
12:30h - Almoço convívio na Cripta da Igreja Nova da Trofa;

Para o almoço, pedimos que todos tragam algo para partilhar, como bebidas, sobremesas, rissóis, batatas fritas etc...

Aguardamos que nos confirmem a vossa presença para os seguinte email: acolitosdatrofa@gmail.com.

Domingo III da Quaresma - Ano B

Leituras:


1ª - Ex 20, 1-17 ou Ex 20, 1-3. 7-8. 12-17


Salmo - 18, 8. 9. 10. 11


2ª - 1 Cor 1, 22-25


Evangelho - Jo 2, 13-25


Comentário feito pelo padre Alberto Vieira, MCCJ: Destruí este templo e em três dias o levantarei!


Neste terceiro domingo quaresmal o Evangelho apresenta-nos o episódio da expulsão dos vendilhões do Templo. É um texto famoso e bem conhecido pela dimensão profética de revolta e purificação.
O Templo era para os Judeus o lugar mais sagrado. Era a residência de Deus e onde Ele se revelava e manifestava ao seu povo. Por isso todo o judeu piedoso, pelo menos uma vez na vida, devia visitar o Templo e aí oferecer sacrifícios.
No passado domingo na primeira leitura ouvimos o sacrifício de Abraão. Este estava para imolar o único filho. No entanto Deus não aceitou sacrifícios humanos. Agiu pela voz e mão do Anjo e Abraão terminou oferecendo um carneiro (cfr Gen.22). Hoje Jesus vem dizer que nenhum sacrifício é mais agradável ao Pai do que o coração e a vida renovados. É a meta do nosso caminho quaresmal rumo à Páscoa
O sinal que Jesus hoje faz no Evangelho de João visa preparar a todos, discípulos e adversários, para o mistério da sua morte e, mais ainda, da sua ressurreição.
 É neste contexto que devemos compreender a polémica dos judeus com Jesus sobre a construção do Tempo em 46 anos, diziam eles, ou em três dias, como dizia Jesus. Eles diziam, e bem, que “demorou 46 anos a construir” e Jesus diz: “destruí este templo e em três dias o levantarei”. (Jo. 2,13-25)
A morte de Jesus, e sobretudo a sua ressurreição, inaugura um tempo novo. Jesus pretende preparar a todos para o mistério da sua morte e ressurreição: “destruí este templo e em três dias o levantarei”. Depois da ressurreição compreenderam, os seus discípulos, que Jesus “falava do templo do seu corpo”. A ressurreição garante a todos que Jesus vem de Deus. Ele é o novo Templo. É n’Ele que encontramos o Pai e a VIDA.
Neste tempo quaresmal o verdadeiro culto que Deus e Cristo espera de cada um de nós é uma vida vivida no serviço, simples e discreto, aos mais pobres e necessitados. Talvez mesmo os muitos filhos da crise económica e financeira que atravessamos. Vamos ser mais solidários neste tempo quaresmal. Vamos meter-nos em caminhos de Páscoa para ter a alegria da ressurreição com Cristo.

domingo, 4 de março de 2012

Domingo II da Quaresma - Ano B

Leituras: 


1ª - Gen 22, 1-2. 9a. 10-13. 15-18


Salmo - 115, 10 e 15. 16-17. 18-19


2ª - Rom 8, 31b-34


Evangelho - Mc 9, 2-10


Comentário feito pelo padre Alberto Vieira, MCCJ: Este é o meu Filho muito amado. Escutai-O!


Chegamos á transfiguração. Neste segundo domingo da quaresma é a Luz que inunda a vida de Jesus e chega aos seus discípulos. Na verdade esta cena procura dar coragem aos discípulos de Jesus. É verdade que Ele vai a caminho da cruz e da entrega por amor até á morte. Porém continua a ser, e exatamente por isso, o “Filho muito amado do Pai”.
Hoje na sequência da primeira leitura, com Abraão, também o Evangelho visa reforçar a fé dos discípulos em Jesus o “Filho muito amado do Pai”. Por isso este é o dia da renovação da nossa fé em Deus e no seu Filho que nos é mandado como redentor.
Escutai-O” é o grito de Deus que tem de ressoar nos nossos corações.
Como a transfiguração é uma teofania (manifestação) de Deus, Marcos, como os outros evangelistas, coloca todos os sinais das teofanias: monte, nuvens e sombra, vestes brancas e a voz de Deus.
Precisamos de entrar na dinâmica do Evangelho que é seguir Jesus. É o caminho do discípulo: seguir o Mestre. Este vai até ao calvário, cruz e entrega até à morte e ressurreição. Tem de ser este também o caminho do/a discípulo/a.
Aqui em Ribaué usa-se muito a expressão: “corta-mato”. O corta-mato é um modo de abreviar o percurso a fazer e como quase toda a gente anda a pé então sempre se usa o “corta-mato” de modo a diminuir o cansaço e a abreviar o caminho a percorrer.
Como cristãos podemos ter a mesma tentação. Desejamos chegar á alegria da Páscoa e experimentar a Ressurreição e a vida nova da fé sem “passar” (páscoa) pelo caminho de Jesus que foi o da entrega até à morte por cada um e por todos.
Vamos meter-nos a caminho da Páscoa, já, de modo a que, sem “corta-mato”, façamos todo o percurso, como Jesus e com Jesus, até à manhã de Páscoa na alegria da vida nova n’Ele e por Ele.

S. Daniel Comboni, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Consolata

S. Daniel Comboni, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Consolata
Que o sagrado coração de Jesus, proteja os nosso missionários, Pe Alberto, Pe Xavier, e Pe Simão Pedro